Alegre e extrovertida ás vezes em demasia...tenho sonhos como
toda a gente e penso num
Mundo melhor, sem violencia
e sem guerras desnecessárias
e fúteis. Gostava de viver
num Mundo sem relógios sem
pressas sem opressões nem
negativismo. Simplesmente
existir em harmonia com a
Natureza e viver do que
ela nos dá!! Mas que
utopia!!
Interests
Gosto de conhecer outras culturas...ouvir música, conversar com os amigos, rir, dançar, amar, sentir o cheiro a terra molhada quando começa a chover num dia quente, ouvir os pássaros, ver dois idosos de mãos dadas, beijar, sentir a chuva na cara, tanta coisa...a vida tem tanto interesse!
Favorite Music
Favorite TV Shows
Your Personality Is Like Ecstasy
You're usually feeling the love for the world around you - you want to hug everyone.
And while you're usually content to sit back and view the world with wonder...
Sometimes you're world becomes very overwhelming and a little scary.
Favorite Books
Quimera, Os filhos da droga, O anel dos templarios, Eragon, Codigo Da Vinci,...
O Zen (sinónimo linguístico de meditação) é uma escola de budismo (religião surgida na Índia cerca de 500 a.C. e chegada ao Japão, através da China, no século XII) que valoriza a prática, a disciplina e a interrogação filosófica como meios de auto-conhecimento e auto- realização. A prática zen surge quer no quotidiano quer em manifestações estéticas: a cerimónia do chá; o arranjo floral; a arte marcial ju-jutsu; o desenho a pincel de elementos da natureza acompanhado de poemas na caligrafia tradicional; a música tocada em flauta de bambu; os breves textos, frequentemente didácticos, como a poesia, o conto ou o koan (enigma ou questão paradoxal).A iluminação súbita (satori), elemento fundamental na prática zen, surge no alcance do abandono de todas as preocupações físicas e espirituais, no alcance da capacidade de sentir a realidade tal como ela é. Não se trata de reduzir a mente/inteligência ao vácuo, mas de a usar inata e espontaneamente, através de uma atenção calma ao aqui e agora. Esta quietude, esta consciência não- motivada, que confia na memória e não teme o desconhecido, que «recebe mas nada conserva», é estranha ao entendimento ocidental. Mas por ela passa a compreensão da poesia tradicional japonesa.O conceito da relatividade (e dualidade) das coisas permite ao Zen afirmar que a perfeição do Homem está em ser-se simplesmente humano. “O homem perfeito usa a sua mente como um espelho. Ela nada aprisiona e nada recusa. Recebe mas não conserva.”(Soshi)